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29/06/2016 - 15:38
CCGL inaugurou segunda fase de fábrica e torna-se maior parque industrial de leite em pó do Brasil
A Cotrisal é a principal acionista da CCGL, com 23,9% de participação, que passará a processar 2,2 milhões litros de leite por dia

    Direção, produtores e funcionários da Cotrisal participaram no dia 24 de junho da inauguração da nova fábrica da Cooperativa Central Gaúcha Ltda, em Cruz Alta, momento que marcou o início das atividades do maior parque industrial de leite em pó do país, com a utilização da tecnologia mais moderna da América Latina.

    O presidente da Cotrisal, Walter Vontobel, salientou que a inauguração representa mais um marco na história do cooperativismo fato que incentivará a participação de mais produtores. “A nossa indústria aqui em Cruz Alta fornece todas as condições para a produção de um leite de qualidade, sempre visando a geração de renda para o nosso produtor”.

    Na contramão da crise e da recessão econômica, o Grupo CCGL, um dos maiores fornecedores de leite em pó do país, investe R$ 130 milhões na construção da segunda fase da fábrica de leite em pó.

    Ao apresentar os investimentos realizados, que somam R$ 130 milhões - R$ 105 milhões via BRDE e o restante oriundo de recursos próprios -, o presidente da CCGL, Caio Vianna, destacou o trabalho em conjunto e seus resultados positivos. "Essa evolução se traduz na vontade e na garra de muitas pessoas. Temos um compromisso com o desenvolvimento econômico e social de cada família de produtores. Com a inauguração, teremos capacidade para suprir aproximadamente 15% do leite em pó consumido em todo país. Ainda, a ampliação vai permitir a adesão de novas unidades de produção de leite ao Grupo CCGL, além de atrair oportunidades de mercado”, ressaltou.

    “Temos um compromisso com o desenvolvimento econômico e social de cada família de produtores. Com a inauguração, teremos capacidade para suprir aproximadamente 15% do leite em pó consumido em todo país. Ainda, a ampliação vai permitir a adesão de novas unidades de produção de leite ao Grupo CCGL, além de atrair oportunidades de mercado”, explica o presidente Caio Cézar Vianna.

    No evento que marcou a abertura da nova indústria, o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, disse que a CCGL é um exemplo de empreendimento para outras áreas. "Numa situação de crise, vemos a expansão de um negócio, que vai dobrar a capacidade de processamento de leite. A obra representa o fortalecimento da CCGL e um estímulo aos produtores para qualificarem seus rebanhos", afirmou o governador.

    CCGL tem compromisso com o desenvolvimento do produtor e da região

    A CCGL é comprometida com o desenvolvimento de cada família produtora. Para isso, a sua unidade de tecnologia e pesquisa, a CCGL TEC, dá suporte ao crescimento e à rentabilidade das propriedades através do desenvolvimento e validação de tecnologias e informações focadas em resultado, trabalhando desde a melhoria genética e manejo do rebanho, do solo e produção de forragem, até a gestão e controle de custos de produção, o que resulta em produtos de melhor qualidade obtidos com renda e satisfação na atividade. Esse acompanhamento tem proporcionado nos últimos anos a redução de, em média, 25% nos custos, e elevando a renda mensal das famílias em até 700%, o que tem motivado as últimas gerações a permanecerem no campo.

    Além disso, a Cooperativa retorna anualmente aos produtores parte das sobras obtidas pela indústria. Como participação nos resultados, distribuiu em 2015 R$ 7 milhões aos produtores que comercializaram o leite através da CCGL. “Na CCGL, o produtor deixa de ser um fornecedor de matéria-prima e passa a ser um sócio participante nos resultados da indústria. Esse valor pago, considerando a renda líquida média do leite, pode representar de 1 a 3 meses extras de resultado na propriedade”, explica Jair Mello, Gerente de Suprimentos da CCGL.

    Ainda, é a única empresa do setor de laticínios do RS que realiza a distribuição da arrecadação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para os municípios produtores do leite, e não apenas para a cidade onde está localizada a indústria. Por meio de um acordo entre Cruz Alta e os demais municípios, a CCGL possibilitou o retorno do valor adicionado de ICMS de R$ 162 milhões em 2015 para 138 municípios.

    Consciente da importância de seguir padrões exigentes de qualidade e abrir novos mercados, a CCGL é o primeiro laticínio do país a implantar um programa de Certificação de Propriedades Livres de Brucelose e Tuberculose – Programa Sanidade Total CCGL – desenvolvido em conjunto com a Secretaria da Agricultura Pecuária e Irrigação do RS (SEAPI).

    A cooperativa recebeu o primeiro brinco de rastreabilidade do rebanho, com a numeração do SGA - Sistema de Gestão Agropecuária do Brasil "076000000000001", onde 076 representa o número do Brasil no Comitê Internacional de Identificação Animal -ICAR-, o que demonstra para o mercado interno e externo a preocupação com a qualidade do seu produto final. Na sua primeira fase, o projeto será executado em 20 mil animais. A iniciativa prevê o investimento de R$ 1,7 milhões e abrange rebanhos das regiões Norte, Noroeste, Missões e Região Central do Estado.

Sobre a CCGL - O Grupo CCGL conta com a associação das principais cooperativas agrícolas gaúchas, o que representa um universo de 171 mil produtores rurais, em 350 municípios. Destes, 3.700 são responsáveis pelo fornecimento de matéria-prima para a fabricação de leite em pó (nas versões integral, integral instantâneo, desnatado e zero lactose), achocolatado e creme de leite. Ainda, a CCGL é uma planta de produção de leite habilitada para exportação pelo Ministério da Agricultura e pelos principais fabricantes de alimentos do Brasil.

Atualmente, os mercados estratégicos da CCGL são as regiões Norte e Nordeste, maiores consumidores de leite em pó no país, representando 90% das vendas do Grupo. “A concentração e secagem do leite permite que a indústria reduza os volumes transportados, contribuindo dessa forma para que o produto chegue aos mercados mais distantes com qualidade e economia de transporte.”, explica Guillermo Dawson Jr., Diretor Superintendente da CCGL.

 

 

 

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