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16/05/2017 - 15:45
Cotrisal realiza Seminário do Agronegócio e Agricultura Familiar
No dia 28 de abril, a Cotrisal realizou no CTG Porteira da Querência de Sarandi, o Seminário do Agronegócio e Agricultura Familiar. O evento que fez parte da programação oficial da Feisa 2017.

As autoridades presentes que compuseram a mesa foram: o vice- presidente da Cotrisal, João Carlos Chini, o prefeito Leonir Cardozo, presidente da Câmara de Vereadores, vereador Delegado Edson Tadeu Cezimbra, presidente da Associação Comercial Industrial Serviços e Agronegócios (Acisar) Carlos Alberto Lucietto, diretor do setor de Agronegócio da Feisa Cléo Barbiero, gerente de Insumos da Cotrisal Maicol Serafini e o palestrante engenheiro agrônomo, doutor em Economia Aplicada e professor da Universidade de São Paulo (USP) Alexandre de Mendonça de Barros.

 A abertura oficial do seminário foi feita pelo vice-presidente da Cotrisal João Carlos Chini. Ele iniciou cumprimentando as autoridades mencionadas no protocolo e falou que a realização desse evento é de grande satisfação para a cooperativa, pois 2016 foi o melhor ano para a agricultura em toda região.

O palestrante, convidado pela Cotrisal, Alexandre Mendonça de Barros, iniciou sua palestra fazendo uma retrospectiva dos últimos anos para que o público começasse a compreender o atual momento que o setor vem enfrentando. Falou que o Brasil esteve em uma instabilidade rara e que as contas do país ficaram estabilizadas por uma década, pois passou mais tempo arrecadando do que gastando.  Os números são de 2,5 a 3% do Produto Interno Bruto (PIB).

Em relação à economia do país, o palestrante fez duas indagações para a reflexão dos participantes: o governo está arrecadando mais do que gasta? O país arrecada mais do que gasta para pagar o juro que deve?

“Durante cinco anos, o Brasil segurou os preços, em 2014 as empresas estavam arrebentadas. Com o aumento da gasolina, a inflação também subiu e para segurar a economia o Banco Central (BC) aumentou a taxa de juros”, acrescentou o palestrante.

O agrônomo Alexandre acredita que a reforma da Previdência vai fazer a economia se estabilizar novamente. 

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